sexta-feira, 16 de abril de 2010

Desenvolvimento

Ser comediante, ator, cantor ou algo parecido que agrade ao público não é visto como exploração. O que se torna surpreendente é que nota-se grande influencia do parentesco.
O que seria trabalho vira diversão para as crianças, interagem com o meio e buscam aprendizado com a TV, rádio, comunicação. O trabalho infantil no Brasil hoje em dia abre um leque enorme. Ser cobrado um trabalho interativo com uma boa remuneração e com autorização do responsável, isso quando o ocorrido é na área comunicativa.
O trabalho escravo deixou de participar nessa nova geração. Tem a capacidade da inovação de participar e não sacrificar, portanto hoje é bem diferente.
A aceitação, facilidade de opção, coerência com os recursos onde há proposta de trabalho.
Ser palhaço ou ser cantor ser feliz e ser criança ter trabalho ou cultivar as oportunidades.
Os conhecimentos são adquiridos com o tempo que possibilita o crescimento infantil. O trabalho escravo não existe mais o que é visto é a grande procura por rostinhos bonitos para a atuação na área comunicativa.

Thais Lima, 01:14 AM 17 abril 2010.

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