sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pés descalços


De pés descalços somente anda eu lá fora, pisando onde só há vidros, cascalhos, pedras pontudas. Somente há eu e nada mais, não gosto da sensação que sinto, vejo que pode estar no fim, ou no começo da superação. Se eu não supero você ainda posta versinhos em seu blog para “desacorrentar” odeio isso. Odeio seus vídeos que você ainda faz questão de colocá-los. Odeio a sensação de saber que você nunca fez um versinho pra mim e o colocou lá, agora somente o que eu faço é ir pra casa de pés descalços, é pés descalços pois é assim que me vejo com os pés no chão, dói, dói sim, a sensação de não conseguir.
As dores fortes na cabeça podem ser conseqüentes dos pés, pois é tudo conseqüente, mas os pés estão descalços e a minha cabeça está coberta, coberta de espinhos, que doem profundamente.
Queria esquecer tudo isso, mas não consigo, estão nas letras que são as palavras que aqui escrevo, talvez por não suportar minha raiva, é raiva... não agüento tudo isso, você não me mostra mais, ando teimosa e vi seu vídeo, agora tudo que eu tenho que fazer é fingir que nada aconteceu, pois é isso que faço, nada, não é nada e enquanto lá fora eu ainda continuo andando com meus pés descalços, mas para onde? Para onde? Se ando sem rumo, se ando desordenada, se ando com meus pés no chão. Agora eu sei o que fazer, nada...sempre nada, pois sou covarde e você não fará um versinho pra mim, pois o intuito do seu blog não é pra mim, somente vejo para me machucar, talvez eu goste de sentir dores. E esse texto não é pra você é pra mim, é para as dores.

Thais Lima, 15:07PM . 04/06/2010

Dispostos a viver


Hoje em dia como podemos perceber o aumento de idosos tem cada vez aumentado, grande parte desses idosos pode estar em abrigos, casas de famílias ou mesmo trabalhando com saúde.
Com esse aumento de idosos na sociedade hoje o idoso tem grande facilidade de viajar com recursos do governo, têm áreas de lazer, como dança, natação, centros com total apoio para as expectativas dos que um dia foram jovens.
As famílias já não se importam tanto com a fragilidade que o idoso vem acarretado com os anos, colocam em abrigos com outros idosos para que cuidem bem deles. Tendo isso em vista é um grande desrespeito que implica tanto na sociedade quanto nos idosos com sua fragilidade emocional.
Os que ainda querem ficar em seu trabalho mesmo com a aposentadoria todo o mês em sua conta se sentem à vontade para trabalhar com seus colegas mais jovens, acredita-se que isso os faz mais dispostos e menos velhos, o que é de grande responsabilidade, com sua frágil saúde.
Por isso o aumento de idosos tem aumentado, eles estão mais adequados no que querem fazer, tem a acessibilidade ao lazer, o governo possibilita requisitos fundamentais para a locomoção como viagens, passes livres nos ônibus municipais e ainda a escolha de trabalhar aposentado, com todos esses meios o idoso tem mais oportunidade de escolha, pois quando velho não é preciso parar de viver.



Thais Lima, 14:46 pm . 04/06/2010